Encontrei esta pergunta num comentário, num blogue sobre um assunto qualquer (não interessa). Sendo eu ateu, vou responder a esta pergunta aqui. Vou falar em meu nome, ateu, e não em nome de todos os ateus que existem - mas falarei certamente em nome de alguns, ou bastantes. Antes de mais vou introduzir este blogue, o Dis Aliter Visum, onde vou escrever o que me apetecer escrever relativamente a questões que ainda não sei bem quais são.
Voltando à questão que deu nome a este post: suponho que para a grande maioria dos ateus e crentes, a morte não significa o fim de tudo, mas apenas o fim daquilo a que chamamos de "vida", no indivíduo que morre. O resto do mundo e das pessoas continuam o seu normal funcionamento.
Onde os crentes e os ateus diferem é na crença sobre se existirá um lado não físico na constituição do ser humano, que sobrevive à morte física. Os crentes acreditarão que sim, muitos deles chamam-lhe um nome definido, "alma". Esta alma sobreviverá à morte do corpo físico do ser humano e continuará a sua existência. Onde, como, porquê, são questões cujas respostas nenhum crente sabe ao certo, obviamente. Um ateu, aquele que não acredita em Deus, tem geralmente uma natureza mais céptica e não acreditará na existência deste lado não físico na constituição do ser humano. E para ele, o que é a morte? É o fim de tudo? Como dissemos em cima, o mundo não acaba quando alguém morre. A morte é o fim da existência do indivíduo que morre, o desligar de todas as suas funções, como um computador que faz um "shut down". Como uma mosca que é esmagada. Estava viva, deixou de estar.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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